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The Witcher 3: Wild Hunt

The Witcher 3: Wild Hunt - primeiras impressões

Muitos já o consideram como o mais belo jogo da primeira vaga da próxima geração, mas o que esconde debaixo dessa fachada?

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A CD Projekt Red tem um talento especial para contar histórias, e ainda por cima consegue-o enquanto nos guia por mundos de cortar a respiração. Já por duas vezes proporcionaram experiências fantásticas envoltas no género RPG, onde cada decisão parece natural e nunca nos sentimos obrigados a fazer algo. O estúdio é um testamento de qualidade e o terceiro capítulo da série promete reforçar isso mesmo. Tudo é melhor, maior e mais bonito. De facto, o novo mundo de The Witcher 3: Wild Hunt é 35 (!) vezes maior do que o mundo do jogo anterior. De qualquer forma, tamanho não é tudo e por isso a produtora polaca promete que a quantidade não vai levar a melhor em relação à qualidade. Não foi preciso andar muito no jogo para encontrar missões e batalhas. Em Witcher 3 terão um barco que poderão utilizar para navegar, mas também existe um sistema de viagem instantânea (Fast Travel) que permite regressar a zonas visitadas anteriormente.

A CD Projekt Red fez questão de revelar que o jogo ainda está numa fase inicial de produção, e isso nota-se durante a experiência. Presenciamos várias quebras bruscas na fluidez do jogo e vários objetos apareceram como que vindos do ar. Ainda assim, o jogo já tem um aspeto fenomenal e faz com que a atual geração de consolas pareça de facto... velha. The Witcher 3 apresenta um campo de visão fantástico e texturas lindas, acompanhadas de soberbos efeitos de luz e um impressionante sistema climatérico. Mesmo considerando as falhas e a natureza inacabada do que presenciámos, é difícil não ficar verdadeiramente impressionado com o aspeto do jogo.

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The Witcher 3: Wild HuntThe Witcher 3: Wild Hunt

Enquanto exploram o mundo de Witcher 3, vão certamente encontrar missões secundárias, no entanto, o seu propósito não será tanto o de distrair da rota principal da história, mas antes expandí-la. É nesse sentido que decidimos se queremos metermo-nos nos assuntos da vila que acabámos de encontrar, ou não. Aparentemente um monstro anda a caçar os residentes há já algum tempo e agora existem dois lados opostos. Um ancião é da opinião de que se devem respeitar as tradições e que as pessoas devem aprender a conviver com as criaturas da floresta e respeitá-las. Por outro lado, um rapaz bem mais jovem acredita que tudo isso são disparates e que deviam matar a criatura e resolver o problema. Decidimos por isso tentar descobrir que monstro é este afinal, explorando a região.

O "monstro", descobrimos mais tarde, é um Leshen, uma velha e solitária criatura bastante territorial. Sente-se particularmente em casa numa área específica e não suporta que seja perturbado nesse local. Mais importante ainda, descobrimos que pode extrair energia das pessoas, por isso é necessário determinar com quem estabeleceu uma ligação primeiro. Se não o fizermos, mesmo que seja morto, vai conseguir regressar. É aqui que nos deparamos com um dilema. A pessoa que está ligada ao monstro é na verdade um amigo do jovem rapaz que deseja matar a criatura, o que complica e de que maneira a questão. Não é definitivamente uma situação de escolha evidente.

The Witcher 3: Wild Hunt

No nosso caso, decidimos matar o monstro, mas não nos vamos alongar sobre o sucedido. A verdade é que, enquanto caminhávamos pela floresta, quase esquecemos o motivo da nossa incursão por ali. Sabem aqueles dias de tempestade, quando o céu escurece de tarde, mesmo antes de uma chuva torrencial começar a cair? Foi esse o cenário com que nos deparámos na floresta, e como estava fantástico. As árvores, os ramos e a relva, tudo abanava sobre o forte vento, criando um efeito impressionante. Mais tarde, quando as nuvens se abriram e deixaram transparecer os primeiros raios de sol através das folhas, voltámos a ficar impressionados.

Estes tipos da CD Projekt sabem o que estão a fazer. Primeiro explicam que a história é o elemento nuclear do jogo e do elemento RPG e só depois exibem o sistema de combate, que podia ter extraído diretamente de um jogo de ação. Durante alguns combates a ação até abranda, permitindo alguns desvios de última hora aos ataques inimigos. É verdade que nem todos os movimentos pareceram perfeitos, sobretudo considerando como tudo o resto parece fantástico, mas é necessário recordar de que se trata de uma versão inacabada e que a produtora ainda tem muito tempo para resolver a questão. The Witcher 3: Wild Hunt está a tomar uma forma impressionante e é sem qualquer dúvida um dos jogos mais interessantes do próximo ano.

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