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Metroid Dread

Seis coisas que aprendemos com uma hora de Metroid Dread

Acompanhámos o início da nova aventura de Samus com uma Nintendo Switch OLED.

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Com o lançamento à porta (está marcado para 8 de outubro), a Nintendo deixou-nos jogar perto de uma hora de Metroid Dread, e logo na nova consola, a Switch OLED. Durante este tempo que passámos com Samus Aran aprendemos algumas coisas sobre o novo jogo, que agora partilhamos consigo.

1. Jogabilidade moderna

Não precisámos de muitos minutos de jogo para percebermos que Metroid Dread apresenta uma jogabilidade bem mais suave e ágil do que Samus Returns, também lançado pela Mercury Steam há quatro anos para a 3DS. Agora numa plataforma mais poderosa, e com maior liberdade para implementar as suas próprias ideias (Samus Returns era um remake), nota-se realmente uma evolução na jogabilidade. Adorámos os movimentos elegantes de Samus, como o seu deslize, ou o contra-ataque que pode ser executado mesmo enquanto está a correr ou a saltar. Os primeiros níveis também mostram logo interações interessantes com o ambiente, sugerindo um design mais inovador do que vimos em Samus Returns.

2. O Medo é real

Dread, que pode ser traduzido como "pavor", não é um mero nome. É sobretudo o sentimento que irá sentir enquanto estiver a enfrentar os E.M.M.I., inimigos mecânicos que não podem ser derrotados, e que aparecem em espaços fechados à procura de Samus. Com o avançar do jogo essas situações irão tornar-se mais tensas e complexas, ainda que eventualmente acabe por desbloquear uma forma de os derrotar com o Omega Blaster (quando está carregado a câmara coloca-se no ombro de Samus, permitindo apontar com precisão). Mas, lá porque eventualmente será possível ter uma forma de os derrotar, não significa que se tornarão fáceis, pelo contrário, serão uma ameaça ainda maior.

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3. Narrativa evoluída

À exceção de Other M, da Team Ninja, os Metroids tendem a apresentar a narrativa de forma simplista, dando pistas e detalhes ao jogador através do ambiente e não tanto de forma direta. Dread, que é uma continuação de Fusion, está a meio caminho entre os dois estilos. Existem algumas sequências cinemáticas de história e de ação, mas também um reforço de outros elementos para contar a narrativa, inclusive através de interações com os computadores. Existe uma história, contada de forma mais direta, mas quem quiser também poderá mergulhar mais a fundo no mundo de Metroid, e aprender mais detalhes sobre os E.M.M.I, os Metroids, Chozo, a Galatic Federation, e até a própria Samus.

4. Níveis de produção mais elevados

Antes de experimentarmos Metroid Dread jogámos um pouco de Samus Returns na 3DS, e a diferença entre os dois jogos é por demais evidente - ainda para mais a jogar na versão OLED da Switch. O jogo está recheado de pequenas animações e efeitos que dão grande atmosfera aos níveis, a jogabilidade é rápida e suave, e o design é moderno e elegante. É também o primeiro jogo da saga a incluir atores de vários idiomas diferentes. Pelo menos a nível de produção, Dread parece ser claramente a evolução que os Metroid "2D" mereciam.

Metroid DreadMetroid Dread

5. Mapa labiríntico

Durante esta hora que passámos com o jogo o mapa pareceu-nos mais complexo do que até é habitual para Metroid, com caminhos que o irão levar ao subsolo, mas também até à superfície, conforme desvenda os mistérios deste planeta. Parece ser um design altamente interligado e complexo, mas que felizmente se apresenta ao jogador com uma interface de mapa também ela muito completa e cheia de funções que irão facilitar a navegação e a procura pelos objetivos e os segredos. Espere também encontrar muito dinamismo no cenários, com plataformas móveis, espaços reduzidos, e efeitos que afetam uma série de salas diferentes - não apenas aquela em que se encontra.

6. Os Bosses serão bosses a sério

Uma das nossas queixas em relação a Samus Returns diz respeito ao design repetitivo dos bosses, mas o que encontrámos nesta hora de Metroid Dread foi o exato oposto. Este primeiro boss que enfrentámos pareceu ser variado, com várias etapas, e apresentou desafios e ideias que ainda não tínhamos encontrado até aí. Precisámos de usar tudo o que tínhamos desbloqueado para vencer esse inimigo, e isso deixou-nos com grande esperança para que o resto dos bosses beneficie do mesmo tipo de abordagem. A título de curiosidade, esse boss permitiu desbloquear o Phantom Cloak, um acessório que permitem enganar certas portas que se fecham quando presentem Samus.

Isto é tudo o que temos para partilhar sobre Metroid Dread neste momento, mas gostámos imenso desta primeira hora, e mal podemos esperar para ver se o resto da aventura corresponde a estas boas impressões.

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